Meu primeiro depoimento sobre mim mesma…

… nesse processo louco chamado vida a qual estamos em processo entendendo ainda o que tudo isso significa.

Todos nós estamos em uma jornada. E decidimos viver isso de diferentes formas de acordo com o que faz mais sentindo pra cada um. O auto conhecimento, ele precisa fazer parte da nossa vida independente de como escolheremos viver. Assim começou o meu processo, que me fez mudar de país, e então abraçar uma transição de carreira a qual eu sigo estudando para poder me dedicar também no seu processo.

Cada vez que eu vivo mais e mais os meus processos eu me encontro terapeuta. Eu me encontrei terapeuta há anos atrás lá em 2005 e ignorei o chamado. Engraçado que a gente pode ignorar coisas na nossa vida, mas de fato se realmente for pra ser, isso fará um jeito de nos encontrar de novo. E eu aprendi isso vivendo todos os meus processos pra chegar até aqui e dizer isso. Ainda sim, eu acredito foi no momento perfeito. Vivi o contrário como acontece por aí, e não poderia ter sido mais perfeito, a tradição do me virar do avesso para me encontrar e através do auto conhecimento, e da consciência da auto cura, chegar na palavra terapeuta! Mas não pude fugir da vida holística, a energia sempre fez parte da minha vida, e acreditar com todo meu poder existencial, já me trouxe coisas maravilhosas, por isso não tem outro caminho a não ser viver aquilo que sou 100% em cada célula – ENERGIA. Essa que trago também para entregar pra você, enquanto vivo os meus processos.

(Farei um post sobre, o que é esse tal de viver os processos).

Eu sumo e apareço, porque estou em uma constante transição, porém me enraizando cada dia mais nas minhas escolhas, e missões. Vindo pra ficar, ainda que eu me permita me esconder para vivenciar algumas entregas bem quietinha. Existem pessoas que vivem suas questões abertamente e quando passa, tudo bem, apenas passou. Eu só consigo trazer aprendizados após e nunca durante. Principalmente porque eu não vivo esperando eles passarem, eu os vivendo na intenção de aprender e integrar essas questões que também fazem parte de mim.

Precisamos entender isso para aceitar que não somos uma linha linear e que está tudo bem, porque assim podemos entender que o outro também não é, e todos nós estamos vivenciando uma grande jornada, até os terapeutas.

Desde quando eu comecei a yoga e então a estudar o budismo lá em 2013, eu entendi que eu estava em um processo comigo mesma, mas ele ainda era muito insconsciente, eu não conseguia acessar o que precisava para conseguir compreender o que meus desafios me ensinam, e assim eu ainda não conseguia integrar as minhas mudanças. Foi nessa época inclusive que eu comecei a meditar, mas era realmente desafiador. Eu ia vivendo, as vezes bem, outras mal, buscava o silêncio, estudava, me entregava, mas ainda muita coisa não fazia sentido porque hoje entendo o quanto meu insconsciente estava lá dominando a minha vida, como acontece com todos nós, eu só não conseguia fazer isso se tornar consciência para mudar os meus padrões. Intuitivamente algumas coisas aconteciam, e eu acredito demais que todas as mudanças que tive até hoje, foram intuitivas do meu coração me fazendo chegar onde eu poderia enxergar a realidade e ter a capacidade de acessar o mais profundo do meu ser para transformar o que era necessário. E hoje consciente acesso cada vez mais meu insconsciente em um processo totalmente de despertar, buscando cura e sabedoria em uma qualidade de vida com propósito e sentido pra mim.

Eu tenho esse site há 3 anos, e procrastinei fazer o que eu felizmente vim fazer. Porque eu precisava acreditar primeiro em mim, curar crenças das quais tenho cada vez mais acessado. E nesse processo, há duas semanas atrás eu falei – “é agora!”

Há muito tempo penso em criar um journal, que posso falar abertamente também sobre questões pessoais, desafios, medos, e a minha experiência e viver tudo isso e então viver, solucionar, integrar, e me transformar com cada uma dessas coisas. Mas é claro que com tudo isso existe a questão do quanto o ser humano tem dificuldade em ser vulnerável, porque o outro dificilmente sabe lidar com a nossa vulnerabilidades ainda que ele também seja, mas estamos sempre querendo fingir de quem é o mais forte. E se tem uma coisa que eu aprendi morando fora, foi entender melhor que eu também sou um ser vulnerável e sempre serei porque isso faz parte do ser humano, mas precisamos saber lidar com isso, aprender com isso. E sem duvida a nossa vulnerabilidade fica mais a flor da pele quando nos percebemos longe da zona de conforto. As vulnerabilidades vem revirar coisas que precisam ser vistas para serem transformadas e hoje eu entendi o quanto importante é deixar ela vir, sentir, e sim, se mostrar vulnerável, se mostrar humano.

Por isso hoje abro meu Journal aqui. Para compartilhar os meus processos, os meus aprendizados e superações também dos meus medos e desafios comigo mesma lidando com as adversidades da vida.

Ainda não sei bem por onde começar, de 2013 foram tantos aprendizados compreendidos e integrados, e só esse ano eu já vivi e tenho vivido uma porção deles. Mas meu coração e intuição saberá em breve falar, e compartilhar aqui com você, que nós estamos juntos.

Obrigada por ler até aqui 🙏

Envio luz ✨ no seu coração ❣

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