Como viver processos de cura e encerramento de ciclos.

Ouvimos o tempo todo – “abrace a sua sombra” – “viva o seu processo” – “sinta as suas dores” e blá blá blá – como se fosse fácil e no final dessa fase houvesse a cura.

As vezes achamos que nos curamos, porque a verdade é que tudo em algum momento passa. E confundimos a cura com o esperar esse dia chegar. A dor passa, a felicidade volta, e então falamos que superamos e graças a Deus estamos curados. Mas se não tiver tido um processo de cura de verdade, o padrão de repetição apenas volta fantasiado de uma forma diferente. Se você já se viu falando aquela frase “sempre acontece comigo”, “porque comigo?” “Aí, de novo não” etc.. existe um padrão de repetição acontecendo que não foi curado.

Entenda que nem sempre é sobre o que está lá vivendo agora. As vezes só nos demos conta agora, mas existem um padrão das mesmas coisas sendo vividas há anos atrás. Existem situações atuais que colocam na nossa cara que algo precisa ser visto porque estava tão inconsciente que ainda não era possível. Mas ao longo da vida a gente vai tendo experiências que vão mudando nosso nível de consciência até que um dia ainda que não seja tão consciente assim, é notável que existe um padrão. E então é hora de entender e buscar saber quando começou e porque.

Quando chegamos nesse momento, começamos a viver nossos processos de transformação. Começamos a buscar o auto conhecimento, e a fazer a famosa viagem interna em busca de solução e compreensão.

E ainda que você não esteja nesse processo tão profundo consigo mesmo, vamos pensar em uma situação atual na sua vida. O fim de um relacionamento ou a demissão de um emprego, coisas difíceis de encerramento de ciclo que nos deixa triste, as vezes deprimidos. Você pode abraçar o seu processo atual, e talvez no final dele, você vai querer dar um mergulho pra dentro de si e entender todos os seus padrões energéticos e mentais para iniciar ciclos mais conscientes, e é nesse processo que você pode descobrir e mudar muita coisa sobre si mesmo. É como voltar pra casa, lembrar da própria essência, e agir mais acordada enxergando a realidade e começando a lidar com as coisas de uma forma diferente.

Então, como vive o processo?

Primeiro entendendo que você está em um processo, e que é sempre pra nossa evolução aprender a lidar com esses desafios.

Eu recomendaria escrever sempre, porque quando estamos nos auto conhecendo, estamos vivendo processos diários e não só em nossos encerramentos de ciclos. É importante deixar a escrita falar por você sem julgamento. Para que você entenda de verdade o que estava sentindo. Eu já descobri muito medo escrevendo que não estava consciente.

Segunda coisa muito importante, é não fugir do seu processo. Automaticamente a nossa mente de uma forma natural tende a querer fugir da dor, nos sabotando, as vezes extendendo processos de dores por mais tempo, do que a gente precisaria viver se apenas resolvêssemos lidar com isso. Deixar a dor vir e sinta, não buscar nada que faça você fugir da realidade como estar rodeado de pessoas, balada, álcool, etc. não tente anestesiar o que sente por achar que não suporta. É necessário entender que tudo tem seu tempo, e que todas essas coisas também são válidas, quando você está fazendo por prazer e não por dor. Se no final disso você se sente triste, perdido (a), sozinha (o), vazio (a), pode ser que tenha sido fuga. Porque esses momentos nos trazem picos de alegria que que não são estáveis e depois ficamos novamente em um estado de confusão, e a nossa mente acaba recorrendo há alguns desses prazeres novamente.

Estar ao lado de pessoas que são verdadeiramente importantes pra você, que elevam a sua vibração, e que você confia, te trará sempre um momento acolhedor.

Assim como vivenciamos e apreciamos nossas alegrias, precisamos viver os encerramentos. Quando tentamos nos manter ativos demais não estamos nos ouvindo, estamos nos preenchendo de outras coisas até passar, quando poderíamos estar nos preenchendo de si mesmo.

Aprender a sentir a dor, é fundamental! Podemos viver e continuar com a dor sem querer fazer ela imediatamente passar. A dor está aqui nos ensinando algo. Pergunte o que ela está te dando te ensinar, escute com alma, anote.

Estar em solitude é fundamental, apreciar tudo que ama na sua companhia, se abraçar, se mimar com a sua comida favorita, um banho relaxante, sua atividade favorita, ver o filme que mais gosta 10x – usar seu tempo confuso, de dor, medo, vulnerável, para estar com você. Meditar, caminhar, fazer terapia, realizar processo energéticos, mas não apenas fazer, e sim fazer algo com o que lhe é dado, dito, criar uma rotina de cura, amor, rituais, de se olhar. É trazer consciência para o que tem sentido e o porque tem sentido, e viver sem ser fugir desse estado, apenas trazer compreensão pra ele, se permitir viver isso, e quando estiver bem com você o suficiente se permitir fazer o que tem vontade de fazer com presença.

Viver os seus processos é nada mais que estar presente nos sentimentos e tudo que isso te causa. Qual pensamento vem? Que sensação te trás no corpo? A mão sua? O coração palpita? Você se sente ansiosa (o)? Sente vontade de chorar? Entra em estado de choque ou paralização? O medo é um grande responsável por todas essas sensações. Esteja atendo!

Acolha esses momentos com amor, é como pegar uma criança que ainda não sabe nada do mundo e se sente perdida e com medo, e colocar no colo, fazer cafuné, colocar um desenho animado e fazer um chocolate quente.

Voltamos a ser crianças nesses processos, vulneráveis e indefesas, com medo. Mas só nos mesmos podemos nos curar, está tudo dentro. Então saber cuidar da sua criança interna e ouvir o que ela pede, é fundamental no seu processo. Não ignore o que ela diz. E resgatar coisas que cobrem sua alma infantil como fazer uma pintura, ver um filme bobo, isso faz parte de abraçar a criança e dar espaço pra ela se manifestar, trazer a essência da sua alma para o seu presente, fazendo assim vivenciar um processo leve de auto cuidado com o coração.

A compreensão vem vindo aos poucos conforme trabalhada, por isso o escrever e tão importante. Muitas vezes só passamos a ter mais consciência de tudo, e a de fato curar e encerrar um ciclo, quando saímos do estado de dor e desespero, ou da fuga.

Sessões de thetahealing por exemplo, ajudam muito a trabalhar o perdão, encontrar memórias de repetição de padrão, a curar laços energéticos com ancestrais que nos fazem viver coisas até o dias de hoje que não são nossas, mas se tornam nossa responsabilidade com uma consciência mais avançada entender que agora podemos quebrar o ciclo das gerações.

As sessões de Reiki, trabalham a cura energética e corporal, realinha os chakras que são nossos veículos de entrada e saída de energia, para que a gente mantenha um equilíbrio vibracional em todas as áreas da nossa vida, e possamos emitir e receber mais luz.

Buscar auxílio em seus processos é importante para que você veja a transformação acontecer, e busque uma vida consciente, de equilíbrio e amor, estando pronto (a) para uma nova etapa consciente e sem repetição.

Com amor ♥️

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